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EM NOTA, FAMILIARES DE JOSEMÁRIO LINS SE MANIFESTAM SOBRE A PRISÃO DO INFLUENCIADOR DIGITAL DURANTE A OPERAÇÃO DA POLÍCIA CIVIL: “ELE NÃO TEVE O DIREITO DE SE MANIFESTAR

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EM NOTA, FAMILIARES DE JOSEMÁRIO LINS SE MANIFESTAM SOBRE A PRISÃO DO INFLUENCIADOR DIGITAL DURANTE A OPERAÇÃO DA POLÍCIA CIVIL: “ELE NÃO TEVE O DIREITO DE SE MANIFESTAR

Em nota enviada ao Portal Preto no Branco, familiares de Josemário Lins, se manifestaram sobre a prisão do influenciador digital juazeirense. Ele foi preso na ultima quinta-feira (05) durante a operação “Falsas Promessas”, deflagrada pela Polícia Civil com o objetivo de desarticular grupo suspeito de lavagem de dinheiro por meio de jogos de azar, segundo informou a PC.

De acordo com a nota, todos os sorteios feitos pela empresa do influenciador, a Prêmio do Vale, foram realizados e os prêmios foram entregues aos devidos donos. Os familiares informam ainda que nos autos constam que Josemário teria recebido um pix “suspeito” que fora enviado por uma pessoa que a Polícia aponta como investigada pelos crimes de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, mas que a empresa não tem como rastrear a origem do recurso que as pessoas utilizam durante a compra de rifas.

A nota diz ainda que o influenciador “não teve o direito de se defender, portanto, conforme o princípio constitucional de presunção de inocência, até que haja sentença transitada em julgado, ele é considerado inocente”.

Veja a nota na íntegra:

“Nós, familiares de Josemário Lins, viemos por meio dessa nota pública esclarecer algumas das informações que foram amplamente divulgadas sobre ele, bem como contar parte daquilo que tem acontecido conosco nesses últimos dias.

Para começar, insta esclarecer que, ao contrário do que aconteceu com alguns dos demais rifeiros e empresas citadas na investigação da operação “Falsas Promessas”, todos os sorteios feitos pela Prêmio do Vale foram realizados e os prêmios foram entregues aos devidos donos. As documentações comprobatórias estão e continuarão à disposição da justiça.

Outra informação importante é que o cidadão Josemario Lins é réu primário. Ele não teve o direito de se defender, portanto, conforme o princípio constitucional de presunção de inocência, até que haja sentença transitada em julgado, ele é considerado inocente.

fonte: preto no branco