A ponte que caiu entre Tocantins e Maranhão, resultando em pelo menos quatro mortes e 15 desaparecidos, estava sob a responsabilidade de Renan Bezerra de Melo Pereira, chefe do DNIT no Tocantins desde 2023.
Renan, que já foi preso por corrupção e é réu na Operação Ápia, é criticado por negligência na manutenção da ponte, que foi ignorada por cerca de dois anos.
O acidente também causou danos ambientais significativos devido à carga de produtos químicos que afundou no Rio Tocantins.
Renan Bezerra enfrenta acusações de peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro, relacionadas a fraudes em licitações e desvios de recursos do BNDES, com o caso atualmente na Justiça Eleitoral.

